💡✨ Entre códigos e corpos: reflexões sobre os limites sociotécnicos da Inteligência Artificial 📚⚖️


A Inteligência Artificial deixou de ser apenas uma ferramenta técnica para se tornar uma força que reorganiza o trabalho, o Direito e a linguagem. É com satisfação que compartilhamos a publicação do capítulo “Entre códigos e corpos: impactos comunicacionais, jurídicos e trabalhistas da Inteligência Artificial”, escrito em coautoria por Claudia Pires de Castro, Helena Vetorazo e por mim, Robson Adami Campos. O trabalho integra o segundo volume do livro IA, História e Ciência: abordagens multidimensionais do presente (Itan Editora, 2026), organizado por George Seabra Coelho, Luis Fernando Sayão e Rodrigo Gouvêa Rodrigues. Em nossa investigação, buscamos ir além da visão instrumental da tecnologia para compreendê-la como uma força sociotécnica e estruturante da vida contemporânea. A análise articula três eixos fundamentais: A condição comunicacional: Como a curadoria algorítmica e a estatística de engajamento redefinem o visível, promovendo uma filtragem da realidade que muitas vezes invisibiliza a diversidade e o debate cívico. O Direito e a soberania: O descompasso entre a temporalidade acelerada dos algoritmos e o tempo reflexivo da regulação estatal, questionando a eficácia de sanções tradicionais frente ao poder transnacional das plataformas digitais. Trabalho, Educação e Humanização: A urgência de resguardar a centralidade da mediação humana, valorizando competências insubstituíveis pela automação — como o pensamento crítico, a empatia e a responsabilidade ética. Convido a comunidade acadêmica e jurídica ao diálogo sobre como equilibrar a inovação tecnológica com a preservação dos direitos fundamentais e da dignidade humana.

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