A análise da pertinência da Teoria Geral do Estado (TGE) no alvorecer do século XXI exige, antes de tudo, um exercício de honestidade intelectual que rompa com o formalismo jurídico tradicional. Durante séculos, fomos ensinados a enxergar o Estado sob a ótica westfaliana: uma entidade onipotente, circunscrita a um território, detentora do monopólio da violência …